11 de Agosto de 2011
Novos caminhos: a Amazônia que é legal
A floresta é o futuro. Não são poucos nem menos entusiasmados os especialistas que anteveem na Amazônia o território do qual o Brasil vai catapultar seu desenvolvimento. O mundo, por sua vez, poderá respirar aliviado por ter seu imenso "ar-condicionado" a salvo da exploração desenfreada e sem manejo adequado.
O climatologista Carlos Nobre entende que o Brasil tem grande potencial para se tornar um país tropical desenvolvido com base na proteção e na exploração inteligente da floresta. "Um país tropical desenvolvido é uma nação industrial - já que não existe nenhuma nação desenvolvida que não tenha alguma indústria de ponta -, mas que entende verdadeiramente o que é riqueza natural", diz. Para ele, o modelo de desenvolvimento da Amazônia precisa basear-se na exploração econômica sustentável de sua biodiversidade. "Uma das maneiras de fazer isso é implementar um plano de longo prazo, a que chamo de globalização dos produtos da biodiversidade amazônica." Além disso, e a despeito do modo predatório como foi feita a exploração da floresta durante décadas, avalia Nobre, é preciso multiplicar modelos bem-sucedidos para atingir o objetivo principal de promover o desenvolvimento sustentável. A começar pela proteção dos primeiros habitantes brasileiros. Um exemplo foi a criação do Parque Nacional Indígena do Xingu pelos irmãos Villas Bôas, 50 anos atrás. O Xingu foi modelar para todas as demais reservas indígenas hoje demarcadas na Amazônia.
Leia a matéria na íntegra: viajeaqui.abril.com.br/national-geographic
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários com termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. » Conheça as regras para aprovação de comentários no site do IPAM
English

